Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Aniversário da Oficina Literária Letras no Jardim

Este ano a Associação Oficina Literária Letras no Jardim comemorou sete anos de existência. Esta data foi celebrada pelos membros do grupo e seus convidados no Espaço Cultural Rita Maria, no segundo piso da Rodoviária de Florianópolis, local em que se realizam as atividades de criação literária toda semana. No evento foram homenageados os escritores amigos da Oficina Literária: Sonia Ripoll, Ana Esther Pithan e Paulo Berri, junto com o Grupo Vocal Floripa EnCanta que apresentou músicas da Ilha de Florianópolis e do Brasil.

Até final de abril continuaremos estudando a obra de Ariano Suassuna e a literatura de cordel.

Madalena Stelmack e Mestre Vilman 
Amara Martino 
Ana Esther e Milka Plaza 
De esquerda para direita: Susana Zilli, Amara Martino, Paulo Berrim Giovanna Massaro, Claudia Silva, João Pereira, José Reginaldo Galão, Sonia Ripoll, Milka Plaza, Maria da Graça Fornari.























segunda-feira, 6 de abril de 2015

Homenagem Póstuma

Fomos brindados com o poema do escritor Paulo Berri, grande amigo da Associação Oficina Literária Letras no Jardim. 


Inocente Gota - Paulo Berri

Nunca...

Jamais enxugue uma lágrima

Permita que ela cumpra

Seu percurso traçado


Menos de um segundo

Sim...

Ínfimo tempo - curta trajetória

E por fim: missão cumprida!


Deixe que essa pequena gota

Deite quieta

Em solo-mãe-gentil

Como um rio

Que desce montanha

E abraça o mar



Essa gotícula, indefesa

Não merece dedos

A ceifar-lhe a vida


Singela e breve existência

Cuja razão de ser

É o simples e mágico fluir


Se me pedirem

Pra explicar as razões

Darei silêncio em respostas...


É apenas algo que sinto

E se não sei explicar o porquê

É justamente porque


A resposta mora

No silêncio... insondável... do coração...