Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina.

sábado, 30 de julho de 2011

Arte Postal




















A arte postal, também conhecida pela expressão inglesa mail art, é uma forma de arte que utiliza objetos relacionados ao correio como meio. O termo arte postal pode se referir a uma mensagem individual, o meio pelo qual ela é enviada, ou a um gênero artístico. Muitas vezes ela é também referida em inglês como Correspondence/Mail Art (CMA). Ela se iniciou em meados do século XX na "Correspondance Art School" de Nova Iorque e teve grande expressão nas décadas de 1970 e 1980.
Artistas postais tipicamente trocam mensagens na forma de cartas ilustradas, envelopes decorados ou ilustrados, cartões postais, objetos tridimensionais, etc. Uma rede internacional de arte postal amorfa envolvendo milhares de participantes em mais de cinquenta países desenvolveu-se entre as décadas de 1950 e 1990. Ela foi influenciada por outros movimentos, como o Dadaísmo e grupo Fluxus.
Uma ideia da arte postal é a de troca sem comércio; a arte postal inicial era, em parte, uma esnobada de galerias de arte, show de jurados, e exclusividade em arte. Um dito no movimento de arte postal é "remetentes recebem" ("senders receive"), significando que alguém não deve esperar receber arte postal a menos que participe ativamente do movimento.

Sarau Literário

Novos amigos nos visitaram e serão sempre bem-vindos.











Augusto, Claudete, Bety, Edna, Milka, Inês, Marlene e Amara abrilhantaran a noite com seus poemas e contos, deleitando amigos e convidados.

Bety encantou os ouvintes com sua poesia,Augusto, Milka, Marlene, Vivian e Amara também mostraram sua arte contida nas palavras.







Edna Domenica Merola apresentou seu trabalho em formato de slides contendo poemas e fotos e lembrou as atividades relativas às artes plásticas elaboradas durante a Oficina Literária.

Edna, Vivian e Inês apresentaram uma performance escrita por Inês.




























































Foi com muito sucesso que realizamos nosso Sarau Literário na Biblioteca Pública, no Setor infantil. Apesar da chuva dessa noite de sexta-feira, os ânimos de contos e poesias eram intensos. Integrantes do gupo, pessoas visitantes e amigos convidados riram conosco e se entusiasmaram também com as letras.

domingo, 24 de julho de 2011

Conto


















A origem de contar histórias surgiu há muito tempo, quando nas tribos ou aldeias se encontravam envolta da fogueira para contar fatos acontecidos ou pequenos relatos para entreter às pessoas que aí se encontravam. Durante nossa Oficina fizemos uma atividade muito parecida e demos inicio à Oficina de criação de contos.

















O conto é a forma narrativa, em prosa, de menor extensão (no sentido estrito de tamanho). Entre suas principais características, estão a concisão, a precisão, a densidade, a unidade de efeito ou impressão total – da qual falava Poe (1809-1849) e Tchekhov (1860-1904): o conto precisa causar um efeito singular no leitor; muita excitação e emotividade. Ao escritor de contos dá-se o nome de contista.
Contistas famosos em língua portuguesa
Machado de Assis, Aluísio Azevedo e Artur de Azevedo destacam-se no panorama brasileiro do conto, abrindo espaço para contistas como Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Ruth Rocha, Lima Barreto, Otto Lara Resende e Lygia Fagundes Telles.
Eça de Queirós, mais conhecido como romancista, é referência em Portugal por seus contos reunidos para publicação em 1902, dois anos após seu falecimento, bem como Branquinho da Fonseca, cuja obra inclui diversas antologias de contos.
Em Moçambique, o conto é um género próspero, como se pode ver pela obra de Mia Couto e pela antologia de Nelson Saúte, "As Mãos dos Pretos".
A figura contista encontra-se perdida na atualidade, em face da valorização do romance em oposição à prosa curta e à poesia enquanto gêneros literários. Um dos poucos redutos em que sobrevive e, mais do que isso, impera, é a ficção científica, suportado pelas importantes contribuições de contistas modernos.


Fases
Há várias fases do conto. Tais fases nada têm a ver com aquelas estudadas por Vladimir Propp no livro "A morfologia do conto maravilhoso", no qual, para descrever o conto, Propp o "desmonta" e o "classifica" em unidades estruturais – constantes, variantes, sistemas, fontes, funções, assuntos, etc. Além disso, ele fala de uma "primeira fase" (religiosa) e uma "segunda fase" (da história do conto). Aqui, quando falamos em fases, temos a intenção de apenas darmos um "passeio" pela linha evolutiva do gênero.
Fase oral
Logicamente a primeira fase é a "oral", a qual não é impossivel precisar o seu início: o conto se origina num tempo em que nem sequer existia a escrita; as histórias eram narradas oralmente ao redor das fogueiras das habitações dos povos primitivos – geralmente à noite. Por isso o suspense, o fantástico, que o caracterizou.
Fase escrita
A primeira fase escrita é provavelmente aquela em que os egípcios registraram O livro do mágico (cerca de 4000 a.C.). Daí vamos passando pela Bíblia – veja-se como a história de Caim e Abel (2000 a.C.) tem a precisa estrutura de um conto. O antigo e novo testamento trazem muitas outras histórias com a estrutura do conto, como os episódios de José e seus irmãos, de Sansão, de Ruth, de Suzana, de Judith, Salomé; as parábolas: o Bom Samaritano, o Filho Pródigo, a Figueira Estéril, a do Semeador, entre outras.

sábado, 23 de julho de 2011

Feliz dia do Escritor

E o Amor ? ? ? - Autor: Paulo Berri

O talento busca o Artista
assim como o giz, o Professor
mas. . . e o Amor? ? ?

O enigma busca o Mistério
assim como as notas, o Cantor
mas. . . e o Amor? ? ?

Os versos buscam o poeta
assim como as letras, o Escritor
mas. . . e o Amor? ? ?

A vida busca a arte
A Inspiração dela faz parte
Mas seja como for
Onde fica o Amor? ? ?

Este pode ser encontrado
* nas notas ou nos versos
* nas letras ou nos talentos
Ou ainda - quem sabe
Num simples olhar
Na verdade ele está

Em todo lugar! ! !