Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina. Atualmente estamos no Espaço Cultural Rita Maria - segundo piso da Rodoviária, no centro da cidade de Florianópolis.

domingo, 26 de julho de 2015

FEIJOADA E TARDE BOÊMIA DA OFICINA LITERÁRIA LETRAS NO JARDIM

Estamos preparando um encontro - almoço para o dia 15 de agosto onde será saboreada uma gostosa feijoada e depois iremos realizar apresentações de dança, declamação de poesias e contação de histórias. Artistas irão apresentar suas obras e também seus livros.

Local: Rancho Beiramar - Av. Beira Mar Norte, 888 - Agronômica - Florianópolis (do lado do Direto do Campo).
Data: 15 de Agosto
Valor:R$35,00 por pessoa
Mais informações: letrasnojardim@gmail.com

domingo, 12 de julho de 2015

Doação de Livros

Continuamos recebendo doação de livros para a Biblioteca da Associação Oficina Literária Letras no jardim.
Recebemos uma grande quantidade de livros doada pela FAPESC- Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina.



Também recebemos a visita do escritor e pesquisador da Radionovela, Professor Dr. Ricardo Leandro Medeiros que nos brindou com seu livro "No Tempo da Sessâo das Moças".


Também recebemos de Santa Maria o Jornal "Letras Santiaguenses", sempre presente em nossas atividades.


domingo, 28 de junho de 2015

Continuamos estudando o tema "Novela"

Tivemos a visita de um estudioso do assunto Radionovela - Ricardo Leandro de Medeiros o qual lançou livros sobre o tema. Ele esteve falando conosco sobre a radionovela em Santa Catarina, especialmente nas radios Nacional e Guarujá. Estamos adaptando e escrevendo nossos próprios textos a respeito.
















quarta-feira, 24 de junho de 2015

Entrevista em Aromas de Versos

Entrevista realizada na radio, no programa Aromas de Versos pelo escritor Manuel Mendes Hernandez, direto desde Castellón - España. em 12 de março de 2015.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Novas incursões na novela

Estamos estudando a novela de cavalaria e a radio novela.





As novelas de cavalaria  apareceram em meados do século XV. Elas eram originárias das poesias ancestrais que retratavam temas bélicos e eram conhecidas como canções de gesta. Nasceram provavelmente na França e na Inglaterra. Estes romances descreviam as façanhas realizadas por cavaleiros errantes durante a Idade Média. A princípio eram produzidas em formato poético. Posteriormente passaram a ser elaboradas em prosa. A trama básica destes livros se resume na procura de um cavaleiro por glória e justiça; ele está sempre preparado para se submeter a qualquer suplício com o objetivo de proteger o ideal do Cristianismo.
Estas obras são classificadas em três estágios, denominados ciclos. O mais antigo é o Ciclo Greco-Latino ou Clássico, o qual reproduz mitos e histórias ancestrais, tais como as aventuras de Alexandre, o Grande e dos protagonistas da Guerra de Tróia. Há o Ciclo Bretão ou Arturiano, desenvolvido na Inglaterra; ele retrata as realizações do rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda. E, finalmente, o Ciclo Carolíngio, que descreve os feitos heróicos de Carlos Magno e dos Doze Pares de França.
Autores de Novelas de Cavalaria e suas obras
  • Bernard Cornwell: As Crônicas do Rei Arthur: O Rei do Inverno; O Inimigo de Deus; Excalibur; A Busca do Graal: O Arqueiro; O Andarilho; O Herege; 1356; As Crônicas Saxônicas: O Último Reino; O Cavaleiro da Morte; A Canção da Espada.
  • Marion Zimmer Bradley: As Brumas de Avalon; Os Ancestrais de Avalon; Os Corvos de Avalon; A Senhora de Avalon; A Sacerdotisa de Avalon; Merlin, o Assassino de Arthur Falso; Excalibur Falso; O Coração de Avalon; O Regresso de Avalon; O Regresso do Rei Arthur.
  • T. H. White: O Único e Eterno Rei: A Espada na Pedra; A Rainha do Ar e das Sombras; O Cavaleiro Imperfeito; A Chama ao Vento; O Livro de Merlin.
  • Thomas Malory: Le Morte d’Arthur; Ciclo Arturiano; Tristão e Isolda.
  • João de Lobeira: Amadis de Gaula.
  • Francisco de Moraes Cabral: Palmeirim de Inglaterra.
  • A Canção de Rolando: Autor desconhecido.
  • Miguel de Cervantes: O engenhoso fidalgo dom Quixote de La Mancha.


terça-feira, 19 de maio de 2015

Gênero Novela

Iniciamos o estudo sobre o gênero Novela. Este estudo irá dos meses Maio e Junho.

"A palavra "novela" remonta ao italiano" novella", por sua vez originário da Provença ("novas", "novelas"), onde significava "relato, comunicação, notícia, novidade". 1 A raiz etimológica estaria no latim "novella", de "novellus, a, um", adjetivo diminutivo derivado de "novus, a, um". Do sentido primordial de "jovem", "novo", "recente", o vocábulo substantivou-se, adquirindo vária significação, desde" chiste", "gracejo" até "enredo", "narrativa enovelada".

Com tal significado passou a outras línguas. Em vernáculo, o termo circula na acepção de "engano", "embuste", "mentira", mas designa de modo geral uma história fictícia, longa, jorrando emoções fáceis, transmitida pela rádio e pela televisão. No terreno dos estudos literários, é empregado por vezes de modo defeituoso: rotularia, ao ver de alguns críticos, as narrativas com mais de cem e menos de duzentas páginas.

O vocábulo teria entrado para o circuito do Idioma graças ao italiano "novelle", que ainda podia revestir o sentido de "conto", fôrma que lhe era aparentada, nos confusos tempos do crepúsculo da Idade Média. Assumiu posteriormente o sentido pejorativo de "nanativa fabulosa, fantástica, inverossímil".

Novela
Etimologicamente, folhetins televisivos de longa duração deveriam ser chamados em português de telerromances, mas o termo de origem espanhola já está consagrado: telenovelas.

Radionovela
É uma narrativa folhetinesca sonora, nascida da dramatização do gênero literário novela, produzida e divulgada em rádio.
Fez enorme sucesso no início do século XX, numa era pré-televisiva. Boas histórias, bons atores e efeitos sonoros realistas eram o segredo do gênero para captar a atenção dos ouvintes. Diz-se que os grandes mestres da magia eram os sonoplastas, que para estimular a imaginação das pessoas, reproduziam todo tipo de sons e ruídos: o som da chuva, do telefone, da passagem de tempo, dos passos dos personagens.

O radioteatro já havia começado a conquistar espaço no cenário brasileiro desde a década de 30. Mas foi com “Em busca da felicidade” que as produções deslancharam. A novela teve 284 capítulos, com o texto original do cubano Leandro Blanco, que foi traduzido e adaptado por Gilberto Martins. A idéia foi da empresa de propaganda Standard, responsável pela conta publicitária de Colgate-Palmolive.

No mesmo ano que estreou “Em busca de felicidade”, começou a ser transmitida a primeira radionovela criada no Brasil. “Fatalidade”, de Oduvaldo Viana, foi ao ar pela Rádio São Paulo.
Na época das radionovelas, a sociedade ainda era extremamente machista, então elas se voltaram para o público feminino, que em sua maior parte não trabalhava fora, sendo assim ouviam a programação que era praticamente exclusiva para elas.

Muitas outras radionovelas com roteiros românticos e conservadores fizeram sucesso, mas a de maior sucesso foi “O Direito de Nascer”, assim como “Em busca de felicidade”, também foi transmitida pela Rádio Nacional. “O direito de nascer” modificou hábitos dos cariocas, parou a cidade no horário em que era transmitida, e no dia seguinte o comentário geral era sobre o capítulo anterior da novela.
A imprensa brasileira não podia ficar de fora do fenômeno que se espalhava pelo país, através das radionovelas, então surgiram as revistas especializadas, onde os ouvintes podiam encontra fotos e legendas dos atores e atrizes, e também podiam acompanhar o resumo dos capítulos.

O espetáculo das radionovelas movimentava muito dinheiro, os atores eram super disputados entre as Rádios mais famosas da época, a Rádio Nacional era a que possuía a maior constelação de artistas.
Não podemos deixar de citar a sonoplastia, que apesar de não ser muito lembrada pela história das radionovelas, foi imprescindível, pois sem ela como os ouvintes iam imaginar tão perfeitamente a cena que estava sendo dramatizada pelos artistas. Hoje em dia temos no computador quase todos os sons possíveis e imagináveis, mas naquela época tudo era manual, como o barulho das patas dos cavalos que era obtido através de cascas cocos secos.

Devido ao estrondoso sucesso das radionovelas, que ao surgir a televisão passaram a ter imagens, as novelas da televisão brasileira fazem tanto sucesso hoje em dia.

Fonte: Géneros Literários

Novela em português é uma narração em prosa de menor extensão do que o romance. Em comparação ao romance, pode-se dizer que a novela apresenta uma maior economia de recursos narrativos; em comparação ao conto, um maior desenvolvimento de enredo e personagens. A novela seria, então uma forma intermediária entre o conto e o romance, caracterizada, em geral, por uma narrativa de extensão média na qual toda a ação acompanha a trajetória de um único personagem (o romance, em geral, apresenta diversas tramas e linhas narrativas).




domingo, 3 de maio de 2015

Literatura de Cordel e próxima atividade

Nossa produção do assunto Literatura de Cordel. Nos meses de Maio e Junho estudaremos a Novela.


















Os trabalhos acima apresentados foram realizados por Giovanna Massaro, Amara Martino, Claudia Silva, José Reginaldo Galão e Milka Plaza.