Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Despedida - Milka Plaza

A vida nos prega tantas surpresas e devemos estar preparados para todas elas. Saber reagir, contestar, nos defender ou argumentar. Pessoalmente não gosto das surpresas da vida. Não gosto quando ela nos leva um amigo chegado. Foram poucas as vezes que comparti com Vilson Mendes. Mas, quando tivemos a oportunidade de conversar nos encontros literários, sempre rimos e discutimos diversos temas. Dava para perceber que se tratava de uma grande pessoa. Pena que teve que ir embora. Agradeço pela vasta obra que deixou em vida. Entre elas, seus escritos e a Editora Papa Livro. Dizem que nosso corpo é igual a um casulo onde o nosso espírito está alojado, se preparando e ganhando experiência, aprendendo, principalmente com os dissabores da vida. Quando nosso espírito está pronto, é hora de romper o casulo e ir para uma nova dimensão. Com certeza o amigo Vilson estava pronto. Onde quer que ele esteja, deve estar acumulando material para escrever novas aventuras. Pena que ainda não descobriram o e-mail para o além.

3 comentários:

ogaith disse...

A vida nos dá o sentido de compartilharmos. Mais nos tira o sentido devolvendo outra vez a vida que não tem sentido de ter nos dado.

Abraços

Susana disse...

Quando partimos levamos o legado de toda uma vida: amigos, amores, familiares, ganhos, perdas, etc...Que bom, não vamos sozinhos, apenas compartilhamos nossas vivências.Abraços

Thiago Cantarelli disse...

Só pra você saber que Ogaith também sou eu. é bonito texto. Mas não sei se morremos porque estamos prontos, ou se morremos porque deveríamos estar. Mas o legado que cada um deixa deve ser regenerado e admirado sempre. E assim dar sentido a vida que não tem sentido de ser. beijos!