Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Textos com humor


Tanto na linguagem falada quanto na escrita, se analisarmos o significado da palavra humor, percebemos que esta nos remete à ideia de comicidade, de riso e descontração. 
Mas os mesmos podem também possuir outra finalidade, que é a crítica a um determinado contexto social, principalmente no campo da política.

Dentre os textos humorísticos estão:
As Piadas, que geralmente apresentam uma sequência de ações, cujo desfecho é sempre cômico.

As Tiras Humorísticas, que consistem num segmento de história em quadrinhos, são compostas de quadros, nos quais as falas dos personagens aparecem sob a forma de legenda ou dentro de balões, chamados onomatopeias. Como exemplo temos:

Outros exemplos de humor lexical:
 Muitas vezes, para que possamos compreender o humor, temos de estar a  par dos últimos acontecimentos do mundo da política, da economia, dos esportes,  das celebridades, da ciência, etc. Além disso, em muitos casos, a análise  lingüística de textos humorísticos não pode vir desvinculada de uma leitura  bastante crítica destes acontecimentos.  A eficácia do texto de humor depende  também da nossa “leitura do mundo” e não somente de nossa competência  lingüística. Assim, o trabalho com textos de humor – insistimos – faz com que os  alunos percebam que o espaço da sala de aula não é um mundo à parte, sem  conexão com a realidade. Ao contrário, a língua é estudada em um de seus contextos de uso.

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