Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina.

sábado, 27 de abril de 2013

Nova Etapa

Ontem dia 26 acabamos nosso estudo sobre Dadaísmo nas letras e artes. Já estamos com saudades de todos os artistas e de nossas artes. Fomos dadaístas por dois meses e acredita-se que continuaremos com as ideias de Tristan Tzara e seguidores.

Um último acréscimo e nos vemos na literatura marginal.


Tristan Tzara

(ou Samy Rosenstock, Moinesti, Romênia, 1896 – Paris, 1963) foi um poeta judeu e francês que nasceu em Moinesti, na Romênia, e faleceu em Paris aos 67 anos de idade. Foi um dos iniciadores do Dadaísmo. Em 1916 em plena 1ª Guerra Mundial (1914- 1918) que durou 4 anos e da qual participaram 18 países iniciada com o Atentado de Sarajevo e finalizada com a rendição dos alemães no Sudoeste Africano, um grupo de de refugiados em Zurique, na Suíça, iniciou o movimento artístico e literário chamado Dadaísmo.
Seu pseudônimo significaria numa tradução livre "triste terra", tendo sido escolhido para protestar o tratamento dos judeus na Roménia. Poeta e ensaísta, participou na fundação do movimento dadaísta em Zurique, em 1916.
No ano seguinte, após a partida de Hugo Ball, Tzara assumiu o controle do movimento em Zurique. Proclamou a sua vontade de destruir a sociedade, os seus valores e a linguagem em obras como "Coração de gás" (1921), "A anticabeça" (1923) e "O homem aproximativo" (1931).
Após o declínio do movimento dadá, Tzara envolveu-se no surrealismo, juntou-se ao Partido Comunista e à Resistência Francesa. Tudo isto fez com que em obras como "A fuga" (1947), "O fruto permitido" (1956), "A Rosa e o Cão" (1958), esteja patente uma consciência lírica, na qual traduziu as suas preocupações sociais e testemunhou a sua ânsia de defender o homem contra todas as formas de servidão. É considerado o principal articulador do movimento estético-revolucionário dadá, que tem por objetivo detonar os valores artísticos da cultura ocidental da época. Nasce em Moinesti, na Romênia, mas é educado na França, onde começa a teorizar sobre o dadaísmo ainda durante a I Guerra Mundial.
Escreve em 1916 A Primeira Aventura Celeste do Sr.Antipyrine e termina em 1918 os Vinte e Cinco Poemas. Com a divulgação do manifesto do movimento, Sete Manifestos Dada, de 1924, envolve-se em inúmeras atividades com os artistas André Breton, Philippe Soupault e Louis Aragon.
Tristan Tzara O intuito do grupo é desintegrar as estruturas da linguagem artística da época e, com isso, chocar o público. O movimento não sobrevive à década de 30.
Em virtude do clima político de intolerância na Alemanha, que prenuncia a II Guerra Mundial, seu fundador se une ao Partido Comunista em 1936 e luta na Resistência Francesa, depois da ocupação da França pelos nazistas. Produz uma poesia lírica, após essa fase, que revela preocupação com a angústia e a tragédia da condição humana.


Fonte:
ZUNÁI - Revista de poesia & debates



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