Histórico da Oficina Literária Letras no Jardim

A Oficina Literária surgiu em maio de 2008 nos jardins de uma casa. Eram quatro escritores que discutiam seus escritos. O grupo foi crescendo e passamos a ocupar o auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Começamos a estudar os diferentes gêneros literários. Poesia, conto, crônica, romance, dramaturgia. Durante a oficina de dramaturgia surgiu o grupo de teatro da Cia.de Teatro Letras no Jardim que tem apresentado várias peças e o grupo do cinema que já produziu dois curtas metragens e um documentário. Estes mais experimentais. Com o passar do tempo começamos a contar histórias nas escolas da cidade e em outras regiões de Santa Catarina.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Insparadores

Inspiradores têm sido nossos encontros literários. Pelo menos assim, tem dito alguns de nossos integrantes. Semana passada estudamos fábulas, lemos Monteiro Lobato, nossas produções e vimos ilustrações da  época renascentista. Tivemos a intervenção da editora Lenir Córdova e exercitamos nossa escrita com nossas fábulas.
A seguir, inspirações do Letras no Jardim na "voz do escritor" Paulo Berri.


-->
 O Sumiço do Sapo

                                             # Aliteração com o fonema “s”
O SAPO SISUDO
SOPROU SUA CINA
E o SEMBLANTE SOTURNO

SENTINDO-SE SUAVE
SEM SUSPEITAS
SAIU SORRATEIRO. . .

E do SONO SINGELO
SIMPLESMENTE
SEGUIU. . .

SABE-SE-LÁ-AONDE. . .

        (pois) O SAPO SUMIU!

# Inspiração: Durante uma tarefa literária costumeira no grupo Letras no Jardim (fugi do conto e me rendi à inspiração).  Obs.: feito em menos de 5 minutos.  12/07/2013


Liberdade

O que seria Liberdade

     Senão um par de asas

          Daqueles que voam!?

# Num Sarau comemorativo aos 50 anos de casamento do casal Antônio e Carmem, instigado pelo patriarca com a questão: “O que é liberdade?”
13/07/2013


QUERER  (ou não)


Deem-me a Liberdade
De cometer meus próprios erros
        De ser o que sou
        De não ser o que não sou
        De tentar ser o que quero ser
         E principalmente:
        De não ser quem eu já fui

Desde que:
O meu ser que é
E tudo aquilo que não sou
        Não interfira no que você é
        Ou no que pretende ser

Cada querer no seu canto!
        Fácil se fosse assim...
        Pois os “quereres” se misturam
        E nessa “misturança”
        Novos “quereres” surgem

É tanto querer!!!
Mas tanto querer!!!!!!
        Que agora não quero mais
        Brincar de escrever      Fui!!!

# Ainda sob os efeitos benfazejos dos eloquentes Sarais de Itajaí e São Pedro de Alcântara.  14/07/2013

Nenhum comentário: